Inquérito no STF

Investigações da Procuradoria-Geral da República apontam que quatro deputados federais do PSL, aliados do presidente Jair Bolsonaro, fizeram repasses de mais de R$ 30 mil para divulgar atos antidemocráticos. O dinheiro era da cota parlamentar, verba pública que deveria ser usada para atividades ligadas ao mandato.

Os parlamentares são Bia Kicis (DF), Guiga Peixoto (SP), Aline Sleutjes (PR) e General Girão (RN). Os valores foram destinados à empresa que pertence ao publicitário Sérgio Lima, responsável pela marca do Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro pretende criar.

Associação criminosa

O ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou na decisão da semana passada que autorizou buscas e a quebra de sigilo de parlamentares, empresários e blogueiros que vê “real possibilidade” de associação criminosa nos atos antidemocráticos.

Treinamento paramilitar

Uma investigação paralela da Polícia Civil do Distrito Federal chegou a um grupo extremista de apoio ao presidente que seria financiado pelo empresário André Luís Bastos de Paula Costa. Segundo o delegado Leonardo Castro, o grupo usava uma chácara de Costa para treinamento paramilitar.

Caso Queiroz

O ex-advogado de Sérgio Cabral, Rodrigo Roca, assumiu a defesa do senador Flávio Bolsonaro no inquérito que apura o esquema de ‘rachadinhas’ na Alerj. O anúncio foi feito após a saída do advogado Frederick Wassef, dono da casa em Atibaia (SP) onde Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, foi preso.

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